sábado, 10 de agosto de 2013

Plano Marshall e Comecon



Harry Truman, presidente americano, revelou em pronunciamento ao Congresso dos Estados Unidos em 1947, que o comunismo deveria ser combatido a qualquer custo, inclusive com intervenção militar nos países controlados por Moscou. O primeiro ministro britânico Wisnton Churchill já afirmava a existência de uma “cortina de ferro” em que estavam todos os povos sobre o controle soviético. Essa rivalidade que aflorou com o final da Segunda Guerra Mundial, perdurou até o início da década de noventa e ameaçou a paz mundial recebeu o nome de Guerra Fria.

 Já março de 1947 o mundo conheceu a Doutrina Truman que a partir de então, passou a orientar a política externa dos norte americanos. Uma grande estratégia foi traçada com o objetivo de consolidar a hegemonia estadunidense, iniciando então, o confronto ideológico entre capitalistas e socialistas.

A partir da Doutrina Truman os americanos lançaram o Plano Marshall, proposto pelo secretário de estado americano George Marshall. O programa tinha por objetivo a recuperação da capacidade produtiva dos países europeus sob influência dos Estados Unidos. Dessa forma, os americanos poderiam estruturar os laços capitalistas no continente. Vultuosas quantidades de dólares foram injetadas no continente europeu a maioria em forma de empréstimos oferecidos a juros insignificantes. Além disso, os americanos disponibilizaram tecnologias e mão de obra especializada para contribuir com a reconstrução europeia. O preço a ser pago por tanta “generosidade” por parte dos americanos era a restrição do comércio com a União Soviética e os países do Leste Europeu.


Dois anos mais tarde 1949, os soviéticos destinaram aos países da Europa oriental o Comecon (Conselho econômico de assistência mútua). O Comecon foi uma resposta ao Plano Marshall, mas se apresentava de forma bem mais limitada. 

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