domingo, 29 de maio de 2016

As grandes navegações


As grandes navegações podem ser entendidas como um conjunto de viagens marítimas que aumentaram os limites do mundo conhecido. Neste período, séculos XV e XVI, portugueses e espanhóis se lançaram nos oceanos visando descobrir novos caminhos para as Índias e com isso, ampliar seus negócios. Assim, podemos dizer que as grandes navegações foram impulsionadas pela necessidade de encontrar novas regiões para explorar comercialmente.

Navegar, naquela época, era complicado e perigoso, muitas histórias de monstros marinhos que atacavam as embarcações aterrorizavam os marinheiros. Havia, além disso, a ideia defendida pela Igreja de que a terra era plana e que se afastando da costa, as embarcações poderiam cair no abismo do fim do mundo. Aos poucos essas ideias foram superadas, mas mesmo assim, navegar ainda era algo muito perigoso e muitas expedições desapareciam no oceano.

Outra grande dificuldade para os navegadores era a escassez de comida e água. Muitos eram obrigados a tomar água podre e a comer alimentos estragados.

As grandes navegações “alimentaram” o sistema mercantilista:


Conjunto de práticas econômicas desenvolvidas ao longo de toda a Idade Moderna. Nesse contexto histórico, observamos a relevante associação entre os Estados nacionais, que buscavam meios de fortalecer seu poder político, e os burgueses responsáveis pelo empreendimento das atividades comerciais. O mercantilismo pode ser caracterizado por três principais fatores: Metalismo, protecionismo econômico e balança comercial favorável.  

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