domingo, 11 de setembro de 2016

11 de setembro


Em 11 de setembro de 2001, quinze anos atrás, aconteceu um dos maiores atentados terroristas de todos os tempos. Quatro aviões sequestrados simultaneamente por membros da Al Qaeda, organização terrorista liderada por Osama Bin Laden, foram literalmente jogados contra alvos estratégicos dos Estados Unidos: Dois atingiram as torres gêmeas do World Trade Center, um atingiu o pentágono e apenas um caiu em campo aberto quando os passageiros tentaram retomar o controle da aeronave.



A imagem do terror espalhou-se mundo a fora, afinal ninguém esperava que o grande “império” americano fosse duramente atingido pelo poder do terror. Os americanos “vendiam” uma imagem de imponência, capaz de fazer qualquer um acreditar na segurança inabalável do território e seus habitantes, pura ilusão. Após o atentado o que se viu foi uma grande mobilização para evitar novos incidentes e a verdade veio à tona: O país era muito mais vulnerável do que o mundo imaginava.

Para entendermos as motivações para tal barbárie precisamos analisar a política intervencionista dos americanos que plantou a semente para ações desta natureza. Claro, matar pessoas inocentes não é justificável, sob nenhum argumento, mas se analisarmos o comportamento político americano nas décadas que antecederam a este atentado, chegaremos a conclusão de que o terror foi o fruto amargo de inúmeras incursões americanas em diversas partes do mundo, mas sobretudo no Oriente Médio.

Além disso, vale salientar que os americanos fortaleceram a figura do Osama Bin Laden como instrumento usado na guerra fria contra os soviéticos no início da década de oitenta. Sendo assim, os americanos “criaram a cobra” que os morderia no futuro.

Em outubro do mesmo ano, os Estados Unidos deflagraram uma ofensiva militar contra o Afeganistão. A ONU não autorizou a operação militar que objetivava capturar Bin Laden e derrubar o regime talibã que controlava o país e apoiava o terrorista. A guerra contra o terror, como ficou conhecida, ocorreu mesmo sem autorização e derrubou o regime, mas não colocou as mãos no seu principal alvo.

No início de maio de 2011, quase dez anos após os atentados de 11 de setembro e início da guerra contra o terror, Bin Laden foi localizado e morto em sua mansão no Paquistão.

O corpo foi sepultado no mar, de acordo com os americanos, seguindo os rituais da fé islâmica.    

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